sábado, 17 de dezembro de 2011

                                       Férias que bom!!!!!!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

 Achei esta atividade é muito boa para trabalhar!!!!

Sobre o artigo de opinião


Ensino Fundamental Final
Língua Portuguesa
Língua oral e escrita: prática de produção de textos orais e escritos


Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • conhecer as características do gênero artigo de opinião;
  • ler e anlisar um artigo de opinião;
  • constituir-se como articulista, ao produzir um artigo de opiniao, apresentando argumentos adequados para justificar um posicionamento sobre determinado assunto.

Duração das atividades
3 aulas de 50 m cada

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
  • conhecer o gênero artigo de opinião; 
  • saber que argumento é um recurso utilizado para justificar uma afirmação ou para convencer alguém a mudar de opinião ou comportamento;
  • saber que a argumentação pode aparecer em diferentes gêneros textuais orais ou escritos.

Estratégias e recursos da aula

• uso de charges veiculadas na internet;
• utilização do laboratório de informática.
Aula 1 
Atividade
Propõe-se desenvolver nessa aula atividades que possibilitem desenvolver a habilidade da argumentação, trabalhando com o gênero discursivo artigo de opinião - um gênero jornalístico argumentativo escrito, veiculado em jornais, revistas e internet. Os artigos de opinião jornalísticos, entre outros gêneros de texto argumentativos, orais e escritos, são importantes instrumentos para a formação do cidadão.

Importante: Professor, ensinar a ler e a produzir este gênero na escola, certamente, contribui para desenvolver a capacidade de participar, com argumentos convincentes de discussões sobre questões do lugar onde se vive e, sobretudo, formar opinião sobre elas e contribuir para resolvê-las.
Para um melhor desenvolvimento das atividades propostas, o aluno precisa conhecer a estrutura formal do artigo de opinião. Estas informações podem ser encontradas no site:

Para motivar os alunos a respeito da temática a ser discutida – a violência -, o professor deverá reproduzir e charge denominada 4 abaixo e apresentá-la aos alunos para análise.
Charge


Sobre a charge:
1. A charge é um tipo de texto composto por uma linguagem verbo – visual com o objetivo de criticar, por meio do humor, um problema social, político. O que está sendo criticado na charge?
2. Para entender a charge, o que o leitor precisa saber a respeito do pombo branco?
3. Quais elementos visuais e linguísticos são responsáveis pelo humor da tira?
4. Em que circunstância, se procura um analista? Em que estado se encontra o pombo da paz? Jusifique.
5. O pombo branco é o mensageiro da paz. Pode-se dizer que a charge veicula uma idéia irônica a respeito da paz? Comente.

Aula 2
Atividade
O professor deverá reproduzir o artigo “Paz social”, de Gilberto Dimenstein entregar aos alunos para que eles leiam e realizem as atividades propostas.
Importante: Professor, no momento da correção das atividades sobre o texto, esclarecer aos alunos sobre a importância de se respeitar as diferentes idéias e posicionamentos sobre o mesmo assunto. O importante é apresentar argumentos adequados para justificar a posição tomada e ouvir os argumentos contrários sem desrespeitar as diferentes opiniões.

Texto:
Paz social

          Está comprovado que a violência só gera violência. A rua serve para a criança como uma escola preparatória. Do menino marginal, esculpe-se o adulto marginal, talhado diariamente por uma sociedade violenta que lhe nega condições básicas de vida.
         Por trás de um garoto abandonado existe um adulto abandonado. E o garoto abandonado de hoje é o adulto abandonado de amanhã. É um círculo vicioso, em que todos são vítimas, em maior ou menor escala. Vítimas de uma sociedade que não consegue garantir um mínimo de paz social.
Paz social significa poder andar na rua sem ser incomodado por pivetes. Isso porque, num país civilizado, não existem pivetes. Existem crianças desenvolvendo suas potencialidades. Paz é não ter medo de seqüestradores. È nunca desejar comprar uma arma para se defender ou querer se refugiar em Miami. É não considerar normal a idéia de que o extermínio de crianças ou adultos garanta a segurança
  & nbsp;    Entender a infância marginal significa entender por que um menino vai para a rua e não para a escola. Essa é, em essência, a diferença entre o garoto que está dentro do carro, de vidros fechados, e aquele que se aproxima do carro para vender chiclete ou pedir esmola. E essa é a diferença entre desenvolvido e um país de Terceiro Mundo.
       É também entender a história do Brasil, marcada pelo descaso das elites em relação aos menos privilegiados. Esse descaso é simbolizado por uma frase que fez muito sucesso na política brasileira: caso social é caso de polícia.
      A frase surgiu como uma justificativa para o tratamento dado ao trabalhador no começo do século XX. Em outras palavras, é a mesma postura que as pessoas assumem hoje em relação à infância carente e aos meninos de rua.

Fonte: DIMENSTEIN, Gilberto. O cidadão de papel: a infância, a adolescência e os direitos humanos no Brasil. 20. ed. São Paulo: Ática, 1993.
Sobre o texto:
1. A produção de um artigo de opinião pressupõe a existência de uma situação social de comunicação em que estejam envolvidos, por exemplo, um jornal ou uma revista, seu editor, um articulista convidado e os leitores, isto é, pessoa interessadas em conhecer a opinião do referido articulista sobre determinados assuntos.
a. Quem é o articulista, isto é, o autor do artigo de opinião, “Paz social”? Você já havia lido outros textos escritos por ele? Comente.
b. A que público o texto é dirigido?
c. Esse texto poderia ser publicados em que veículos de comunicação?
d. Qual a variante linguística predominante no texto? Justifique.
2. Qual é o assunto focalizado nesse artigo? Em que parágrafo do texto pode-se identificá-lo?
3. Nos gêneros argumentativos, o autor geralmente tem a intenção de convencer seus interlocutores e, para isso, precisa apresentar bons argumentos, que consistem em verdades e opiniões.
Na introdução do texto, o autor deve situar o leitor sobre o tema abordado e posicionar-se a respeito dele, apresentando a idéia principal /tese que será desenvolvida.
a. Qual é a ideia principal do texto “Paz social”?
b. Qual o primeiro argumento usado por Dimenstein para defender a sua afirmação de “violência gera violência”. Transcreva esse argumento.
c. E no segundo parágrafo, qual foi o outro argumento apresentado pelo autor?
d. No quarto parágrafo, qual foi o argumento utilizado pelo autor, para mostrar a diferença um país desenvolvido e um país de Terceiro Mundo?
4. Explique a seguinte passagem do texto:
Do menino marginal, esculpe-se o adulto marginal talhado diariamente por uma sociedade violenta que lhe nega condições básicas de vida.
5. Releia o terceiro parágrafo do texto em que o autor fala de paz social. Para o articulista:
a. O que é paz social? Responda parafraseando a visão do autor.
b. O que pode garantir a paz em uma sociedade?
6. De acordo com o texto, relacione “infância marginal” com país desenvolvido e país de Terceiro Mundo.
7. Esse artigo faz parte do livro “O cidadão de Papel”, de G. Dimenstein. Relacione esse título aos problemas sociais
enfrentados pela sociedade atual.
Aula 3 
Atividade
Produção de texto
O professor deverá propor aos alunos, que produza um artigo de opinião sobre a violência urbana, a partir da charge do Cristo Redentor, apresentada abaixo.

Charge
 Como articulista, o aluno deverá:
  •  assinar o artigo, assumindo a responsabilidade por suas opiniões;
  • definir o público alvo – a linguagem deverá ser adequada ao perfil do público leitor - e o suporte midiático em que o artigo  deverá erá veiculado.
As produções serão corrigidas pelo professor e selecionadas para serem publicadas, por exemplo, no jornalzinho da escola
.
Avaliação
A avaliação da organização textual de um artigo de opinião deve se dar, principalmente, a partir de textos produzidos pelos alunos e também por meio da identificação das características formais desse gênero em textos produzidos por outros, por meio de atividades, tais como as que foram desenvolvidas. A avaliação do desempenho dos alunos, a respeito desse tópico, também poderá acontecer por meio da participação dos alunos em debates e palestras, quando eles terão oportunidade de se posicionar, usando o discurso argumentativo, como forma de expor seu ponto de vista sobre determinados temas.


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

terça-feira, 20 de setembro de 2011

. Objetivo: utilizar o texto como base para contextualizar situações diversas de aprendizagem.

ATIVIDADE  SEQUENCIADA  -  O  POMAR  DE  SÔNIA

PARTE  1

          SÔNIA É UMA MENINA ESPERTA E BRINCALHONA.  ELA ADORA IR PARA A ESCOLA E BRINCAR COM SEUS COLEGAS. 
          ESTA É A ÚLTIMA SEMANA DE AULA DE SÔNIA E ELA ESTÁ MUITO ANSIOSA PELO FIM DAS AULAS.  NO PRÓXIMO ANO ELA IRÁ PARA A PRIMEIRA SÉRIE E ELA ACHA QUE TUDO SERÁ MUITO DIFERENTE.
           COMO ELA JÁ ESTÁ UMA MOCINHA, COMO A PRÓPRIA MÃE DELA DIZ, NESTAS FÉRIAS ELA PODERÁ IR AO SÍTIO DE SUA AVÓ LÚCIA SOZINHA.
           É A PRIMEIRA VEZ QUE ELA FICARÁ SEM OS PAIS NO SÍTIO DA AVÓ.  SERÃO DOIS MESES DE MUITA DIVERSÃO E ELA ACHA QUE VÃO SER AS MELHORES FÉRIAS DE SUA VIDA.
          SÔNIA NÃO QUER ESQUECER NADA, ENTÃO ELA DECIDIU QUE FARIA UMA LISTA DAS COISAS QUE DEVERIA LEVAR NA MALA. 

PARTE  2

          AS AULAS DE SÔNIA TERMINARAM E ELA FINALMENTE VAI AO SÍTIO DA AVÓ LÚCIA. 
          SUA MÃE A LEVA ATÉ O SÍTIO DA AVÓ E FAZ VÁRIAS RECOMENDAÇÕES ANTES DE PARTIR.
          A AVÓ LÚCIA FICOU MUITO CONTENTE EM RECEBER SUA ÚNICA NETA.  COMO ELA SABE QUE SÔNIA GOSTA DE AJUDAR E APRENDEU RECENTEMENTE A LER E ESCREVER PREPAROU ALGUMAS TAREFAS PARA SÔNIA AJUDAR.
          SÔNIA ESTAVA ANIMADA, POIS PODERIA TREINAR O QUE APRENDEU NA ESCOLA E AJUDAR SUA AVÓ AO MESMO TEMPO. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Atividade para 5ª série 6º ano

O Caderno


Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o be-a-bá.
Em todos os desenhos coloridos vou estar:
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel.
(...)
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado, se lhe dá prazer.
A vida segue sempre em frente, o que se há de fazer.
Só peço a você um favor, se puder:
Não me esqueça num canto qualquer.

(Mutinho eToquinho, letra retirada do site http://www.toquinho.com.br)

 

11.     A expressão “A vida segue sempre em frente” indica que, na vida, tudo
(A)      acaba.
(B)      passa.
(C)      recomeça.
(D)      reinicia.

12. No poema, o verso “Do primeiro rabisco até o be-a-bá” sugere a aprendizagem
(A)      do desenho.
(B)      da fala.
(C)      da escrita.
(D)      da pintura.

13.     A partir da leitura do poema, pode-se concluir que o caderno

(A)      gosta muito de todas as crianças.
(B)      fala como se fosse uma pessoa.
(C)      sonha com desenhos coloridos.
(D)      gosta muito de rabiscar.

Narizinho

Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta anos. Chama-se dona Benta. Quem passa pela estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura ao colo e óculos na ponta do nariz, segue seu caminho pensando:

Que tristeza viver assim tão sozinha neste deserto...

Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz das vovós, porque vive em companhia da mais encantadora das netas Lúcia, a menina do narizinho arrebitado, ou Narizinho como todos dizem. Narizinho tem sete anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer uns bolinhos de polvilho bem gostosos.

Na casa ainda existem duas pessoas – Tia Nastácia, negra de estimação que carregou Lúcia em pequena, e Emília, uma boneca de pano desajeitada de corpo. Emília foi feita por tia Nastácia, com olhos de retrós preto e sobrancelhas tão lá em cima que é ver uma bruxa. Apesar disso Narizinho gosta muito dela.
Além da boneca, o outro encanto da menina é o ribeirão que passa pelos fundos do pomar. [...]
Todas as tardes Lúcia toma a boneca e vai passear à beira d’água. [...] Nesse divertimento leva muitas horas, até que tia Nastácia apareça no portão e grite:
– Narizinho, vovó está chamando!...

(LOBATO, Monteiro. Reinações de Narizinho. 14. reimpr. São Paulo: Brasiliense, 2003. p. 7.)

.
01.     Para introduzir a fala da Tia Nastácia, o narrador utilizou:
(A)      ponto de exclamação.
(B)      travessão.
(C)      reticências.
(D)      vírgula.
________________________________________________________________________
02.     No trecho lido, o personagem que mereceu o maior destaque foi

(A)      Dona Benta.
(B)      Emília.
(C)      Narizinho.
(D)      Tia Nastácia.
________________________________________________________________________
03.     Ao ver Dona Benta, as pessoas que passam estão imaginando que a velhice é

(A)      felicidade e preocupação.
(B)      pobreza e fragilidade.
(C)      solidão e abandono.
(D)      participação e solidariedade.

04.     Lúcia é chamada de Narizinho porque

(A)      é uma neta encantadora.
(B)      gosta muito da sua boneca.
(C)      tem apenas sete anos.
(D)      tem o nariz arrebitado.

                            
    O papel e a tinta
Certo dia, uma folha de papel que estava em cima de uma mesa, junto com outras folhas exatamente iguais a ela, viu-se coberta de sinais. Uma pena, molhada de tinta preta, havia escrito uma porção de palavras em toda a folha.
- Por que você  não me poupou essa humilhação? – disse  furiosa a folha de papel para a tinta.
- Espere! – respondeu a tinta.  – Eu não estraguei você. Eu cobri você de palavras. Agora você não é mais apenas uma folha de papel, mas sim uma mensagem. Agora você é a guardiã do pensamento humano. Você se transformou num documento precioso!
E, realmente, pouco depois, alguém foi arrumar a mesa e apanhou as folhas de papel para jogá-las na lareira. Mas subitamente reparou na folha escrita com tinta, e então jogou fora todas as  outras, guardando apenas a que continha uma mensagem escrita.
 (Adap. Leonardo da Vinci)

Agora responda cada questão:

a) Quais são as personagens?

b) Onde aconteceu a  história?

c) Quando aconteceu a história?


     A velha e os ladrões 
Era uma vez uma velha que morava nos arredores de um povoado. Uma noite estava se aquecendo junto ao fogo tendo como única companhia as chamas ardentes quando, de repente ouviu ruídos em cima, em seu quarto. Surpresa disse:
     -- Eu diria que há ruídos lá em cima... ou será impressão minha?
Depois, ouviu claramente passos que iam de um lado para o outro e compreendeu que se tratava de ladrões que tinham ido roubá-la. Como estava sozinha e ninguém podia ajudá-la, começou a pensar:
     -- O que é que eu poderia fazer para esses ladrões irem embora? Ah, já sei!
E,  decidida, dirigiu-se para o pé da escada e começou a gritar:
     -- Bernardo, suba para o terraço! Maria, pegue a espingarda!
     -- Júlio, cace-o!
     -- E você, Pedro, bate neles!
     -- Ramón, conte quantos são!
Ao ouvir os gritos da velha, os ladrões se assustaram muito e disseram:
     -- Olhe que não tem pouca gente nessa casa... É melhor ir embora [....]
Mais tarde, a velha, sentada diante do fogo começou a gargalhar... e contam que ainda continua rindo.
 Isabel Solé 
Entendendo o texto:
Quem é  a personagem principal da história?
Onde se passa a história?
Qual foi o problema da história?
Como foi resolvido o problema?


domingo, 21 de novembro de 2010